Sabe onde você encontra o livro da Cigana?

http://www.livrariacultura.com.br/busca?N=0&Ntt=kopinits https://www.cepe.com.br/lojacepe/index.php/livros/era-uma-vez.html

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Estórias da Cigana também vão estar no Colégio Interativo

As estórias da Cigana Contadora de Estórias, reunidas pela escritora carioca Gabriela Kopinits no livro "Era uma vez...", da Cepe Editora, com ilustrações de Rivaldo Barboza, agora vão fazer parte do cotidiano do Colégio Interativo de Caruaru. A obra, indicada ao Prêmio Jabuti 2015, e apresentada em diversos festivais literários em Pernambuco, será paradidática este ano para as turmas da segunda série do Ensino Fundamental. "É com grande alegria que nós, do Colégio Interativo, adotamos o livro da nossa parceira contadora de estórias, Gabi Kopinits. As suas estórias já encantaram os nossos alunos muitas vezes, quando recebemos a visita da Cigana em nossa escola. Desta vez, resolvemos cativar famílias inteiras com essa leitura tão gostosa", afirmou Katianne Melo, diretora pedagógica do educandário. 

A professora Rosane Magalhães também já conhecia a obra que, este ano, estará na sua programação didática na escola. "Trabalhei com o livro e achei maravilhoso, por tratar-se de um paradidático com várias estórias, cada uma mais interessante que a outra, que deixava as crianças fascinadas, incentivando-as a dar asas à sua imaginação", externou Rosane. Outro que já conhecia o livro e a autora foi o aluno Lucas Vargas, de 7 anos, que está começando a 2ª série. "A minha estória preferida é a dos rabos trocados", disse ele, referindo-se a "O misterioso caso dos rabos trocados", que a Cigana já havia contado na escola.

Para a contadora de estórias, ter o livro adotado como paradidático é um dos maiores reconhecimentos do trabalho de um escritor. "Fiquei muito feliz com mais essa parceria, de ter mais uma escola trabalhando com os meus textos. É muito bom ver essa valorização do autor que está aqui perto, com quem as crianças podem trocar uma ideia, que podem ouvir suas estórias", comentou Gabriela.

O livro da Cigana Contadora de Estórias está à venda na secretaria da escola. Para quem não é aluno do Interativo, ele pode ser adquirido na Livraria Estudantil, na loja virtual da Cepe Editora, no site da Amazon Brasil ou na rede de livrarias Cultura.

Guanabara Comunicação
Foto: Victor Vargas

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Conto: "A menina dos brinquinhos de ouro"


Opa! Já ouviu a estória da menina dos brinquinhos de ouro? Clique aqui e escute a estorinha da Cigana Contadora de Estórias que representou Caruaru no Festival "Storytelling: the heart of culture", do Montalvo Arts Center (Saratoga, California/EUA). 

Essa estória me foi contada há muitos anos por uma linda menininha chamada Cassandra Kopinits e ganhou versão com elementos da estória de Conceição de Oliveira Teles (Histórias da Vovó, Ed. Leitura: 2002).

Segue abaixo uma versão escrita, essa do Site de Dicas.

A menina dos brincos de ouro
Uma mãe, que era muito severa e rude com os filhos, deu de presente a sua filhinha um par de brincos de ouro. E sempre que a menina ia à fonte buscar água e tomar banho,  costumava tirar os brincos e colocá-los em cima de uma pedra.

Um dia ela foi à fonte, tomou banho, encheu o pote e voltou para casa, esquecendo-se dos brincos.
Chegando em casa, deu por falta deles e com medo da mãe brigar com ela e castigá-la, correu à fonte para buscar os brincos. Chegando lá, encontrou um velho muito feio que a agarrou, botou-a nas costas, e a levou consigo.

Então, o velho pegou a menina, meteu ela dentro de um surrão (um saco de couro), coseu o surrão e disse-lhe que ia sair com ela de porta em porta para ganhar a vida e que, quando ele ordenasse, ela cantasse dentro do surrão, senão ele bateria com o bordão (cajado).


E em todo lugar que chegava, botava o surrão no chão e dizia:
"Canta, canta meu surrão, 
Senão te bato com este bordão..."
E o surrão cantava:
"Neste surrão me puseram, 
Neste surrão hei de morrer, 
Por causa de uns brincos de ouro
Que na fonte eu deixei..."
Todo mundo ficava admirado e dava dinheiro ao velho.
Quando foi um dia, ele chegou à casa da mãe da menina, que reconheceu logo a voz da filha. Então convidaram ele para comer e beber e, como já era tarde, insistiram muito com ele para dormir.
De noite, já bêbado, ele ferrou num sono muito pesado.
As moças foram, abriram o surrão e tiraram a menina que já estava muito fraca, quase para morrer. Em lugar da menina, encheram o surrão de excrementos.

No dia seguinte, o velho acordou, pegou no surrão, botou às costas e foi-se embora. Adiante em uma casa, perguntou se queriam ouvir um surrão cantar. Botou o surrão no chão e disse:
"Canta,canta meu surrão, 
Senão te bato com este bordão..."
Nada. O surrão calado. Repetiu ainda. Nada.
Então o velho, furioso, bateu com o cajado no surrão que se arrebentou todo e lhe mostrou a peça que as moças tinham pregado.
Nota: Conto popular no Nordeste do Brasil, especialmente na Bahia e Maranhão. Chegou aqui pelos escravos africanos. No original africano os personagens eram animais.

sábado, 31 de dezembro de 2016

Feliz 2017!!!


Gratidão é o meu sentimento para todos vocês que ajudaram a fazer de 2016 um ano maravilhoso para mim, cheio de grandes conquistas. Deus os abençoe!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

As estórias da Cigana estarão no UNI, DUNI, TEM Bazar


Neste sábado (17) às 18h, a Cigana Contadora de Estórias, personagem da escritora e jornalista Gabriela Kopinits, estará no “Uni, Duni, Tem Bazar”, 1º bazar infantil de Caruaru, que acontecerá das 10h às 20h no térreo do Shopping Difusora. Gabriela vai contar estórias natalinas e do seu livro infantil “Era uma vez... estórias de uma contadora de estórias” (Cepe, 2014).

Além das estórias da Cigana, também vai haver recreação, apresentações culturais, a visita do Papai Noel, Dia de Princesa para as meninas participantes e a lojinha do 1º Brechó das Mamães Unidas de Caruaru, com venda de peças usadas, em excelente estado, a preços de até 60 reais.

A entrada será um livro infantil, novo ou usado em bom estado, que será doado para a biblioteca que está criada para o Instituto do Câncer Infantil do Agreste – Icia.

Guanabara Comunicação/AscomCâmara

Foto: Victor Vargas

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

A Cigana recomenda: "Tuquinha, La Fontaine e Esopo"


Já imaginou como seria o encontro entre um gaúcho - muy macho Tchê! – e dois dos maiores fabulistas do mundo - o francês Jean de La Fontaine e o colega Esopo? A estória é a seguinte: o gaúcho Tuquinha decidiu escrever uma carta aos dois autores convidando-os a serem seus hóspedes. O convite foi aceito, os estrangeiros chegaram ao Rio Grande do Sul e a visita deles virou – para o leitor - uma deliciosa viagem literária de quinze dias, quinze “tertúlias” ou saraus literários, em que os mestres se alternam na narrativa de suas obras.
A mistura da rica cultura gaúcha – com suas expressões idiomáticas e costumes particulares – e as narrativas em que os animais arremedam os humanos em suas belezas e vilezas, temperada pelas contribuições opiniativas do anfitrião e sua senhora – uma “chinoca” pra lá de peculiar - tornam “Tuquinha, La Fontaine e Esopo” (AGE, 2010) uma obra imperdível para jovens e adultos. O autor é Luiz Morvan Grafulha Corrêa, membro da Associação Gaúcha de Escritores.
Luiz Grafulha também é o autor de “Causos do Tuquinha (2002), “Tuquinha e as Lendas Gauchescas” (2006), “Barbaridade, Tchê” (2007) e “Uma morada para velhos corcéis” (2008), entre outras deliciosas obras. Vale a pena conhecer, a diversão é garantida. À venda nas melhores livrarias :)

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Meu livro será paradidático!


O livro de estórias da Cigana Contadora de Estórias, personagem da escritora Gabriela Kopinits, será adotado como paradidático nas turmas da educação infantil do Colégio Bela Flor Criativa, a partir do próximo ano.  “Era uma vez… estórias de uma contadora de estórias” (Cepe Editora, 2014) traz dez contos infantis ilustrados pelo designer recifense Rivaldo Barboza e foi indicado ao Prêmio Jabuti, em sua versão digital com narração da própria autora, no ano passado.
“Quando conhecemos o livro, foi um desejo nosso trazê-lo para a escola e quando conhecemos a autora, que veio contar suas estórias para nossas crianças, ficamos ainda mais encantados e decidimos adotá-lo como nosso paradidático”, disse a psicopedagoga Fernanda Lima, diretora pedagógica do educandário.  “Foi uma alegria muito grande saber que o meu livro será adotado numa escola que tem uma pedagogia tão especial e uma boa surpresa também, pois geralmente as escolas optam por indicações de livros de autores de fora, das editoras de massa. A Cepe é uma editora pública, que não tem foco primário no comercial, mas na boa produção literária pernambucana. Então, é um motivo de orgulho porque o ‘Era uma vez’ é um livro produzido aqui, de uma autora local”, comentou Gabriela, a Cigana Contadora de Estórias.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Dia das Bruxas com estórias de... bruxas!

Feliz encontro!
Ontem foi Dia das Bruxas e eu comemorei com uma divertidamente assustadora sessão de estórias na Biblioteca Álvaro Lins, do Sesc Caruaru, com as crianças da 1ª série da Escola do Sesc. 

Contei "Sopa de bruxa", de Jeong Hae-Wang; "A bruxa que tinha medo do Halloween", (The witch who was frightened of Halloween) de Bertie, do site Story Nory; e "A casinha laranja" ("The little orange house") de Jean Stangl, uma estorinha que usa a técnica do kirigami. As duas últimas foram traduzidas e adaptadas por mim. Foi muito legal 

Feliz partida e feliz reencontro!





Ouça a estória "O galo rouco e o rato esperto", da Cigana Contadora de Estórias!

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Apresentações de contadores de estórias

Palavra Cantada - O rato
Clara Haddad - O coelho e o baobá

Cia Ópera na Mala - A sopa de pedras do Pedro

Cia Ópera na Mala - Pedro Malazartes e o pássaro raro

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