sábado, 6 de março de 2010
Conto: "O melhor de si"
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Conto: "Pequerrucha"
- Que semente estranha! Talvez dê uma linda flor . . . Vou plantá-la neste vaso.
A sementinha germinou. Devagarinho foram surgindo as folhas, primeiro uma depois outra e mais outra . . . Até que apareceu uma linda flor vermelha. Era uma tulipa, tão grande e bela que Vicentina ia admirá-la todos os dias. Quando a flor se abriu, no meio das pétalas apareceu uma menina loura e bem pequenina.
- Bom dia, ó Vicentina! Não fique tão espantada, por ser eu tão pequenina, Pequerrucha sou chamada. Se comigo for boazinha, sua filha eu serei. Junto de minha mãezinha para sempre ficarei.
- Oh! Como estou contente! - exclamou Vicentina. - Este é o mais belo presente que minhas flores poderiam me dar!
Vicentina levou Pequerrucha para casa. Com uma casca de noz fez um bercinho para ela e cobriu-a com uma pétala de rosa. O tempo foi passando, mas Pequerrucha não crescia nem um milímetro. Vicentina sentia-se feliz por ter em casa uma filha, embora pequenina. Pequerrucha tinha uma bela voz e sempre cantava para alegrar Vicentina.
Uma tarde, Pequerrucha estava cantando e um velho sapo a ouviu. Nessa mesma noite, o velho sapo entrou na casa de Vicentina. O vidro da janela estava quebrado e ele passou pelo buraco.
Parou um momento para olhar a menina, que dormia serenamente. Como era linda! O velho sapo não resistiu, raptou-a com berço e tudo. Quando o filho do sapo viu a menina, achou- a tão bonita que quis acordá-la imediatamente.
- Quero ver a cor dos olhos dela! - disse ele.
- Espere, meu filho. Não tenha pressa. Se você acordar já, ela pode se assustar e fugir correndo. Devemos fazer outra coisa:
Enquanto ela está dormindo, vamos colocar o berço, sobre uma folha bem grande, no meio do lago. Assim, ela não poderá escapar.
Quando Pequerrucha acordou, levou um susto enorme ao ver que estava no meio do lago, em cima de uma folha tão grande. O filho do sapo foi logo dizendo:
- Bom dia, menina. Amanhã você estará comigo.
- O que? Casar com um sapo? Nunca! - exclamou Pequerrucha aterrorizada. Depois, olhando ao redor, perguntou: - Onde estou? Onde está minha mãezinha?
- Não adianta gritar nem chorar! - disse o filho do sapo. - Está tudo decidido: você vai casar comigo.
Pequerrucha começou a chorar e os peixes do lago ficaram com pena dela. Resolveram salvá-la. Mas como? O único jeito era empurrar aquela folha para longe dos sapos. Assim, Pequerrucha afastou-se deles, mas também da casa de Vicentina.
A folha foi boiando sobre a água. Depois de muito tempo chegou à margem. Pequerrucha desceu e começou uma nova vida. Ela caminhava entre as plantas e flores. Era primavera, havia passarinhos cantando por perto. A menina sentia-se feliz.
Veio o verão, depois chegou o outono. As primeiras chuvas começaram a cair. Pequerrucha não tinha uma casa onde se abrigar. Procurava esconder-se embaixo das folhas maiores, mas acabava sempre ficando molhada. Choveu muito até que veio o inverno. Bastava um floco de neve para cobri-la inteirinha!
- Oh, como é duro ser tão pequenina e não ter onde morar! - pensava Pequerrucha, tremendo de frio.
Por isso resolveu deixar a floresta. Caminhou durante muito tempo. . .
Chegou a um campo onde havia umas hastes de capim e lá no meio uma estranha casinha. Pequerrucha bateu à porta.
- Entre! - disse o velho rato, dono da casa. - Oh, como você está gelada! Pode ficar morando comigo durante todo o inverno. Quero que me conte belas histórias!
- Não sei contar histórias, mas sei cantar - respondeu Pequerrucha. E começou:
Senhor rato hospitaleiro, desta casa cuidarei, sem descanso o dia inteiro. E cantigas cantarei.
Pequerrucha cantou várias canções para o velho rato. Sentado em sua cadeira, ele ouvia encantado. Pequerrucha ficou morando ali. O tempo passava depressa. Durante o dia tinha muito o que fazer: arrumava a casa, preparava o almoço, cuidava de tudo. De noite, alegrava o velho com suas canções. Ele estava tão contente com Pequerrucha, que não se cansava de elogiá-la:
- Você tem uma bela voz. Ficaria a vida ouvindo você cantar! Gosto tanto de música. . .
Uma noite, quando Pequerrucha parou de cantar, o rato falou:
- Tenho um vizinho que está procurando esposa. Ele é muito rico e de boa família. Seria um bom marido para você. Não quero forçá-la, mas é preciso pensar no futuro. Hoje ele virá me visitar.
Daí a pouco chegou o vizinho. Era uma toupeira elegante e distinto. Tinha o pelo negro e brilhante, mas detestava o sol. era tímido e não enxergava bem. Apesar disso, assim que viu Pequerrucha, achou-a linda e ficou apaixonado.
- Sou muito trabalhador - foi dizendo o toupeira - e tenho uma boa posição. Venha, vou mostrar-lhe minha casa, que é bem grande, cheia de galerias! Só é um pouco escura. . .
O toupeira prendeu na boca uma espécie de lanterna e entrou num buraco debaixo da terra. Foi mostrando a Pequerrucha os túneis que cavara, dizendo:
- Tudo isto é serviço meu, está vendo? Gosto de trabalhar. . .
- Não faço como esta andorinha - continuou o toupeira - que passou o verão voando e agora está aí, caída no chão, sem poder voar mais! Estragou o teto da minha galeria e não consegue sair daqui! Vai acabar morrendo de frio. Eu, ao contrário, sou previdente, estou sempre pensando no futuro.
Pequerrucha aproximou-se da andorinha e viu que ela ainda estava viva.
- Oh, pobrezinha! - exclamou. - Preciso fazer alguma coisa por você. Não posso deixá-la morrer de frio.
Pequerrucha acariciou a andorinha, pensando no que poderia fazer para salvá-la. Teve uma idéia e saiu depressa.
Logo Pequerrucha voltou, trazendo um grande punhado de algodão, o maior que pode carregar. Cobriu com ele o corpo da andorinha, dizendo:
- Assim, você não sentirá frio. Mais tarde voltarei para trazer comida.
- Muito obrigada! - disse a andorinha - Você está salvando a minha vida! Assim que eu recuperar as forças, vou levantar voo, em busca de lugares mais quentes, onde haja sol. . . Quando parti com minhas companheiras, para nossa longa viagem de outono, não sei o que aconteceu: caí ao solo e não pude mais voar! - Não consigo respirar, neste lugar sombrio - continuou a andorinha. - Falta-me o ar!
- Também não gosto daqui - disse Pequerrucha. - Mas o toupeira detesta a luz do sol. . .
- Assim que puder, sairei daqui - concluiu a andorinha, dormindo em seguida.
O inverno foi longo, mas quando chegou a primavera a andorinha estava pronta para partir.
- Venha comigo. Pequerrucha! Suba nas minhas costas, eu a levarei! - convidou a andorinha.
- Não fica bem - respondeu Pequerrucha. - O rato foi muito gentil comigo, abrigou-me durante todo o inverno. Agora, que é primavera, não posso abandoná-lo! Ele quer que eu me case com o toupeira. . .
- Tem razão, menina. . . Mas você não é como o toupeira. Não poderá viver sem tomar sol. Pense nisso!
E a andorinha levantou voo e partiu.
Pequerrucha pos-se a tecer seu vestido de noiva com os fios finíssimos que as aranhas faziam para ela. Passou o verão, veio o outono. Chegou o dia marcado para o casamento.
O toupeira, todo elegante, de botas e cartola, veio buscar a noiva.
- Bom dia, querida Pequerrucha. Hoje vamos nos casar. . . Este é um grande dia para mim! Se eu soubesse falar bem, faria um belo discurso!
- Oh, não é preciso! - respondeu Pequerrucha.
- Você está pronta? - perguntou o toupeira.
Pequerrucha ia responder, mas viu o sol, dourado e quente. . . Ficou parada, a admirá-lo.
- Você gosta do sol, não? - perguntou o toupeira. - Mas luz dele é forte demais, não a suporto! Prefiro viver no escuro, lá no fundo de minhas galerias. . . Vamos! Venha depressa. . .
Pequerrucha sentiu um aperto no coração. Não podia estar feliz, sabendo que ia morar a vida inteira debaixo da terra. . . Saiu correndo pelo campo para sentir o calor do sol pela última vez.
Mas, de repente, ouviu um bater de asas ali perto! Oh! Era a andorinha que ela salvara da morte no inverno! A andorinha pousou perto de pequerrucha e vendo que a menina estava chorando, perguntou o que era. Depois disse:
- Depressa, Pequerrucha, suba nas minhas costas. Ainda é tempo! Segure-se bem, eu a levarei para longe daqui!
Pequerrucha olhou ao redor. Disse adeus aos dois amigos, acenando com a mão. Depois, saltou para as costas da andorinha. . . e fez uma viagem maravilhosa para um país distante.
Era um lugar maravilhoso, onde cresciam muitas flores. Em cada uma delas morava um ser pequenino com asas. A andorinha colocou Pequerrucha na flor mais bela do jardim. Encantada com toda essa beleza que a rodeava, Pequerrucha começou a cantar:
"Mal acredito no que vejo e é tão grande a novidade, que outra vida não desejo, senão esta felicidade!"
Pouco depois, todos os habitantes dali rodearam Pequerrucha. O mais belo deles, o rei das flores, ofereceu-lhe uma coroa de ouro.
- Seja bem vinda! - disse ele. - Você será minha esposa. E como presente de casamento vou lhe dar duas asas transparentes, iguais às nossas. Eu tinha ouvido falar de você por uma fada, mas não sabia que cantava tão bem! Como é seu nome?
- Eu me chamo Pequerrucha, majestade.
- Vou lhe dar um novo nome. De hoje em diante você se chamará Maia e será a rainha das flores!
***
Conto de Hans Christian Andersen
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Conto: "O mistério das três estatuetas de ouro"
O mistério das três estatuetas de ouro
Um rei chamado Amar Singha queria testar a inteligência de um rei vizinho, Rana Roy, e o discernimento do povo dele. Amar Singha enviou ao rei três estatuetas de ouro com a mesma aparência e o mesmo peso. O rei deveria descobrir qual delas era a mais valiosa.
Junto com sua corte, Rana Roy olhou bem as estatuetas, mas foi incapaz de ver a mínima diferença entre elas. Mesmo o mais sábio do seu reino não conseguia distinguir diferença alguma. Era deprimente para o rei pensar na desgraça de ter um reino onde ninguém era inteligente o suficiente para perceber a diferença entre as estranhas imagens, iguais em tudo, na aparência, tamanho e peso. O reino inteiro tentou descobrir o mistério, mas ninguém conseguiu.
Justamente quando eles estavam prestes a desistir, um jovem chamado Brajesh mandou uma mensagem da prisão onde ele estava. Disse que ele poderia descobrir a diferença se ele pudesse ver as estatuetas. Rana Roy mandou que o trouxessem ao palácio e mostrou as imagens a ele. Brajesh olhou-as muito cuidadosamente;
Depois de um tempo, ele notou que todas as três estatuetas tinham um pequeno buraco na orelha. Ele inseriu uma linha de prata bem fininha e descobriu que, na primeira estatueta, a linha saía pela boca. Na segunda estatueta, a linha saía pela outra orelha e, na terceira, saía pelo umbigo. Brajesh ficou pensando, pensando. Olhava as estatuetas e os lugares por onde a linha saía. Da orelha para a boca, da orelha para a outra orelha, da orelha para o umbigo. Por fim, um sorriso iluminou seu rosto. Achara a solução do mistério.
- Majestade, disse ele, eu acho que a solução desse quebra-cabeças está diante de nós como um livro aberto. A nós apenas cabe ler esse livro. Vossa Majestade vê, como cada pessoa é diferente de todas as outras, assim também são cada uma dessas estatuetas. A primeira nos lembra das pessoas que ouvem algo e se apressam em ir contar o que acabaram de saber. A segunda estatueta é como a pessoa em que a notícia entra por uma orelha e sai pela outra. A terceira, no entanto, é muito semelhante à pessoa que guarda para si mesma o que ouviu. Baseado nisso, Vossa Majestade é capaz de julgar o valor das estatuetas. Qual a mais preciosa?
O rei ficou contente com a solução do enigma, que logo apresentou ao colega que o tinha desafiado. Como prêmio por sua inteligência, Brajesh foi libertado da prisão e as três estatuetas podem ser vistas em lugar de honra no palácio do rei Rana Roy. Só não me perguntem onde ele fica...
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Conto: "Lençóis sujos"
"Lençóis sujos"
Um casal, recém-casados, mudou-se para um bairro muito tranquilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou, através da janela, em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.
Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês, a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos e, empolgada, foi dizer ao marido:
- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, Será que a outra vizinha ensinou??? Porque eu não fiz nada.
O marido calmamente respondeu:
- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!
***
Autoria desconhecida
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Conto: "A árvore de Natal na casa de Cristo"
Vi a fartura de minha mesa e pensei - como sou egoísta... Esqueci Dele!- Isto... é a árvore de Natal de Cristo - respondem-lhe. - Todos os anos, neste dia, há, na casa de Cristo, uma árvore de Natal, para os meninos que não tiveram sua árvore na terra...
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Conto: "Os três carneirinhos"
"Há muito tempo atrás havia três carneirinhos que gostavam de subir a colina para encher as barriguinhas, e o nome de todos os três era "Gruff".
No caminho para a colina, havia uma ponte sobre um riacho que eles tinham que atravessar. E debaixo da ponte morava um troll horroroso, com olhos grandes como pratos e um nariz tão longo quanto um graveto.
Então, primeiro de todos, veio o carneiro mais novinho para cruzar a ponte.
- Trip, trap, trip, trap! - fez a ponte.
- Quem está trotando na minha ponte? - berrou o troll.
- Oh, sou eu, o menor dos carneirinhos Gruff, e eu estou subindo a colina para encher a minha barriguinha. - disse o carneiro, com uma voz bem baixinha.
- Ah, então agora eu vou encher a minha barriguinha com você! - disse o troll.
- Oh, não, por favor, não me devore! Eu sou muito pequenininho! - disse o carneiro. - Espere até que o segundo de nós venha. Ele é muito maior.
- Ah, está certo. - disse o troll - Pode ir embora!
Um pouco depois, chegou o segundo carneiro para cruzar a ponte.
- Trip, trap, trip, trap, trip, trap! - fez a ponte.
- Quem está trotando na minha ponte? - berrou o troll.
- Oh, sou eu, o segundo dos carneirinhos Gruff, e eu estou subindo a colina para encher a minha barriguinha. - disse o carneiro, com uma voz que não era tão baixinha como a do irmão caçula.
- Ah, então agora eu vou encher a minha barriguinha com você! - disse o troll.
- Oh, não, por favor, não me devore! - disse o carneiro. - Espere até que o mais velho de nós venha. Ele é muito maior.
- Ah, está certo. - disse o troll - Pode ir embora!
O maior carneiro de todos estava chegando bem naquela hora.
- Trip, trap, trip, trap, trip, trap! - fez a ponte, e o o carneiro era tão pesado que a ponte estalou debaixo dele.
- Quem está trotando na minha ponte? - berrou o troll.
- Sou eu, o grande carneiro Gruff, e eu estou subindo a colina para encher a minha barriga! - respondeu o maior de todos os carneirinhos, em uma voz que nada tinha de baixinha.
- Ah, então agora eu vou encher a minha barriguinha com você! - disse o troll.
- Pode vir! - respondeu o carneiro - Eu tenho dois chifres enormes e vou furar seus olhos, vou segurar e levantar você e jogar bem longe!
Aquilo foi o que o carneiro, que era o maior de todos, disse. E bem dito, bem feito. Ele correu até o troll, o agarrou com seus chifres e o jogou bem longe, lá embaixo no riacho. E depois disso, muito calmamente, atravessou a ponte e subiu para a colina, onde se juntou aos seus dois irmãos e encheu a barriga com a grama bem verdinha.
E o troll? Ah, ninguém nunca mais ouviu falar dele..."
***
Ilustração da capa do livro "The Three Billy-Goats Gruff", de Val Biro - Editora Star Bright Books, 1998 - ISBN 1887734465, 9781887734462 - 32 páginas
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Conto: "O que significa trabalho em equipe"
MORAL DA HISTÓRIA:
Apresentações de contadores de estórias
Cia Ópera na Mala - A sopa de pedras do Pedro
Cia Ópera na Mala - Pedro Malazartes e o pássaro raro
Sites legais
- 70 Humorous Stories and How to Tell Them
- A Casa do Contador de Histórias
- ABC Kids
- Ana Maria Machado
- Associação Viva e Deixe Viver
- Baú de Carmélia
- Bia Bedran
- Biblioteca de Literatura Brasileira e Portuguesa
- Biblioteca Virtual
- Blog A Contadora de História
- Blog Amiga da Educação
- Blog Canto do Conto
- Blog da Pipoca (Eliana Cavalcanti)
- Blog do Gandavo
- Blog E-books Grátis
- Blog Rose Tindole-LER
- Cia. Ópera na Mala
- Cléo Busatto
- Contando História
- Contos da Carochinha
- Contos de Encantar
- Contos de Luz - Nova Era
- Contos do Covil
- Contos e Lendas
- Débora Kikuti - Contadora de Histórias
- Dobras da Leitura
- Era uma vez...
- Estante Virtual - Sebos e Livreiros
- Gypsy Folktales
- Histórias em Português
- Mundo de Lúcia
- O Caracol do Ouvido
- ONG Mundo que Lê
- Paula Martín
- Portal Literal
- Revista Jangada Brasil
- Roda de Histórias
- Rogério Bellini - Contador de Estórias
- Skin-do-le-ler
- Tecendo Histórias
- Tell me a story
- Virtual Books - Livros Grátis para Download